O ex-lutador do UFC, Mark Hunt, voltou aos holofotes por um motivo fora do octógono. Aos 52 anos, o neozelandês foi preso na Austrália após ser acusado de perseguição e intimidação em um caso com desdobramentos na esfera de violência doméstica.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa local, Mark Hunt foi detido em sua residência, na região de Northern Rivers, e passou a noite sob custódia policial. As acusações formais incluem ‘stalking’ (perseguição) e comportamento intimidatório com a intenção de causar dano físico.
Segundo os relatos, o caso envolve uma mulher que teria se sentido ameaçada por atitudes consideradas agressivas por parte de Hunt. Entre os elementos apresentados à Justiça, estão mensagens com supostas ameaças de morte enviadas à vítima, além do depoimento de uma testemunha que afirma ter presenciado a conduta intimidatória.
Apesar da gravidade das acusações, Mark Hunt foi liberado após pagamento de fiança. Como condição para responder ao processo em liberdade, o ex-lutador deverá cumprir medidas restritivas, incluindo a proibição de qualquer tipo de contato com a suposta vítima.
O caso segue em andamento e terá novo capítulo no fim de abril, quando está prevista uma audiência judicial. De acordo com a defesa, o ex-UFC pretende se declarar culpado pelas acusações de perseguição e intimidação.
Conhecido como “Super Samoan”, Mark Hunt teve uma carreira marcante nos pesados, com nocautes expressivos e disputas memoráveis. Nos últimos anos, no entanto, seu nome também passou a aparecer com frequência fora do cage, especialmente em disputas judiciais – cenário que agora se repete em um caso que pode trazer consequências mais severas dependendo do andamento na Justiça australiana.

