O Global Sports Conference (GSC) vai contar com a importante participação do empresário e faixa-preta de Jiu-Jitsu Juliano Ninja, que é fundador do Tactical Combat. O evento será realizado nos dias 19 e 20 de setembro, no Windsor Guanabara, no Centro do Rio. Com uma trajetória de impacto nas artes marciais, Juliano integrará o painel “Do Tatame ao Negócio: Empreendedorismo nas Lutas e Esportes de Combate”, dividindo a mesa de debates com grandes nomes do setor: Rubens Benjamin, André Bitang e Savério Scarpati.
O painel tem como objetivo explorar a transição da prática esportiva para a gestão de negócios de sucesso. Para Juliano, o convite para o GSC vai ao encontro da sua filosofia de vida e dos valores que construiu ao longo de sua carreira: “Foi uma ótima notícia, estou indo com força pois é bom contribuir. Servir é o propósito, a prática do Jiu-Jitsu me ensinou isso, e a Global Sports Conference tem essa proposta. Vai ser um grande evento”, destacou.
À frente do Tactical Combat, organização que se destaca por mesclar as lutas com um formato inovador, onde tem a participação de agentes de segurança pública em duelo de Grappling, o empresário vê no congresso o palco ideal para detalhar seu modelo de gestão e revelar as próximas novidades para o público e investidores.
“É uma ótima oportunidade para mostrar como o Tactical Combat é bem estruturado, uma competição de formato único no mundo e com grande apelo midiático. Tudo isso começou com um movimento inspirado no mestre Royce Gracie, mas cada dia tem um novo desafio, a luta nunca para. Tenho muitos projetos envolvendo o Jiu-Jitsu que serão apresentados no evento”.
Além de apresentar sua visão de negócios, Juliano também apontou a importância de iniciativas como o Global Sports Conference para a evolução do cenário nacional das lutas. Segundo ele, o Brasil é um celeiro inesgotável de talentos, mas precisa evoluir na estruturação fora das áreas de luta.
“A proposta é ótima: compartilhar para poder multiplicar. Serão vários profissionais compartilhando décadas de experiência para a comunidade brasileira das artes marciais, que precisa desse movimento. Nós já temos material humano de sobra e falta investir na parte técnica. O GSC vem para isso”, encerrou.

